Os perfis de custos variam amplamente. As migrações iniciais geralmente excedem em 20% a 50% o orçamento devido a lacunas de descoberta e testes. As despesas contínuas podem diminuir através do dimensionamento de direitos e de instâncias reservadas, mas a má gestão muitas vezes leva a um desperdício de 25% a 35% de recursos ociosos. Estas lições sublinham a importância de modelar antecipadamente o custo total de propriedade, incluindo pessoas, formação e gestão de mudanças.
O que aprendemos: O lift-and-shift puro raramente proporciona o ROI prometido. As organizações bem-sucedidas tratam a migração como uma oportunidade de modernização e não como uma simples mudança. Abordagens faseadas com fortes práticas de governação e de operações finas minimizam os excessos, que historicamente têm prejudicado a maioria dos esforços.
Aplicativos nativos da nuvem
As equipes criam microsserviços, funções sem servidor ou aplicativos em contêineres em plataformas como Kubernetes, AWS Lambda ou Azure Functions. Essa abordagem aproveita a elasticidade, os pipelines de Devops e os serviços gerenciados para acelerar o tempo de lançamento no mercado.
Os riscos concentram-se na complexidade arquitetônica e nas lacunas de competências. A engenharia excessiva com muitos microsserviços cria pesadelos operacionais, enquanto a subengenharia leva a monólitos não escaláveis. Os sistemas distribuídos precisam de vigilância de segurança constante. Novos aplicativos geralmente começam bem, mas ganham dívida técnica quando as equipes priorizam recursos em vez de observabilidade e resiliência. Os custos iniciais são baseados no uso, o que parece atraente, mas muitas vezes aumentam em grande escala devido ao design inadequado.
