“Quando sua equipe de infraestrutura pergunta se os serviços MCP podem ser escalonados como outros aplicativos em nuvem, a resposta costumava ser ‘não exatamente’. Com a mudança para uma arquitetura sem estado, a resposta agora é sim”, acrescentou Bandta.

As versões anteriores do protocolo mantinham informações sobre cada conexão do cliente, o que significa que os servidores tinham que acompanhar cada sessão durante uma interação. Embora essa abordagem funcionasse bem para o desenvolvimento local, complicava as implantações em vários servidores porque as solicitações muitas vezes precisavam ser roteadas de volta para a mesma máquina, limitando a escalabilidade e tornando o MCP uma opção menos natural para arquiteturas de nuvem modernas.

“Sob o novo design sem estado, cada solicitação contém as informações necessárias para qualquer servidor disponível processá-la de forma independente. Os aplicativos que precisam manter o contexto em várias solicitações ainda podem fazê-lo, mas os desenvolvedores agora devem gerenciar esse estado explicitamente, em vez de depender do próprio protocolo”, disse ela.