Para os CIOs, isto cria uma responsabilidade adicional de governança porque se os modelos estiverem incompletos ou desatualizados, os insights gerados pela IA ainda poderão ser inconsistentes ou enganosos, enquanto a expansão da camada entre funções de negócios pode exigir um trabalho sustentado das equipes de dados para modelar e validar novas métricas e relacionamentos, acrescentou Jena.
Enquanto isso, para o Business Simulation Engine, o desafio residirá em quão bem ele se adapta aos fluxos de trabalho empresariais existentes, suporta processos de planejamento estabelecidos e se integra a sistemas já em uso, especialmente porque a Oracle compete com plataformas de planejamento dedicadas, como Anaplan, OneStream e SAP Analytics Cloud, destacou Jain.
O suporte expandido do Iceberg também traz ressalvas em relação à portabilidade de dados e à dependência do fornecedor.
