“O apelo do DuckDB reside em sua capacidade de executar consultas analíticas em processo sem exigir que os usuários provisionem ou gerenciem um cluster separado. Portanto, minha aposta é que uma camada de consulta sem servidor que usa o DuckDB para executar consultas rápidas e de baixo custo diretamente nos dados armazenados nas tabelas S3 e Iceberg, sem exigir que os clientes provisionem um data warehouse, é a primeira coisa que provavelmente acontecerá”, acrescentou Chaturvedi.

Além disso, o analista destacou que a aquisição poderia dar à AWS experiência no mercado cada vez mais competitivo de formatos de tabelas abertas, que regem a forma como as empresas organizam e gerenciam dados no armazenamento de objetos em nuvem: “A DuckLabs lançou o DuckLake 1.0 em abril de 2026, e trazer a equipe por trás dele para a AWS poderia dar ao provedor de nuvem outra opção, pois ele compete com a influência crescente do Apache Iceberg”.

Embora os formatos de tabelas abertas, como o Iceberg, tenham se tornado cada vez mais populares porque permitem que os dados armazenados em data lakes sejam consultados e gerenciados por diferentes mecanismos de análise, reduzindo a dependência de um único data warehouse ou plataforma proprietária, o DuckLake representa a tentativa do DuckDB de simplificar essa arquitetura, mantendo os dados em arquivos Parquet enquanto usa um banco de dados convencional para gerenciar metadados de tabela, tornando potencialmente as implantações de data lake mais fáceis para as empresas construírem e operarem.