2. Confiando nas dependências da IA
Mitchell Johnson, diretor de desenvolvimento de produtos da Sonatype, lembra aos codificadores de vibração que o código que a IA escreve é apenas parte da equação. “Cada vez mais, a IA também está decidindo de quais componentes de código aberto seu aplicativo depende. Se essas decisões não forem informadas pela inteligência atual, e não apenas pelo que o modelo aprendeu meses atrás, você pode acabar construindo dependências desatualizadas, abandonadas ou arriscadas sem perceber”, diz Johnson.
Historicamente, as empresas têm lutado para padronizar suas pilhas de desenvolvimento de software. Com o tempo, muitos acabaram com a dívida técnica de manter aplicativos em diferentes plataformas e versões de desenvolvimento, aumentando o custo e criando complexidades ao estender os aplicativos. Esse risco é ampliado se não houver especificações de quais estruturas, componentes, bibliotecas e suas versões as ferramentas de codificação de vibração podem construir soluções.
Como evitar o erro: Forneça requisitos de arquitetura, especifique um catálogo de componentes utilizáveis e atualize esta documentação com frequência, pois implantações de componentes de código aberto e de terceiros podem desencadear novos riscos. Além disso, revise a lista de materiais de software de cada aplicativo codificado por vibração e as APIs integradas.
